O Trader Que Sente: por que controlar a emoção é o pior conselho do mercado
por Eduardo Venturelli de SouzaOficial AuraAinda sem avaliação — seja o primeiro

Você não falhou por falta de disciplina — o conselho é que estava errado. Terapeuta há 27 anos e operador, Eduardo Venturelli mostra por que segurar o que se sente é justamente o que produz o rompante, e entrega um método praticável para criar espaço entre o que você sente e o que você executa. 129 páginas.
Doze dias cumprindo o plano à risca. No décimo terceiro, quinze segundos apagaram tudo.
E a explicação que você recebeu foi que faltou disciplina.
Este livro parte de uma constatação incômoda: o rompante não acontece apesar das semanas impecáveis. Acontece por causa delas. Segurar o que se sente para operar por cima não reduz o que você sente — reduz o que você lembra, e o que fica sem processar não sai aos poucos. Sai de uma vez, no pior momento possível.
Terapeuta desde 1999 e operador ele próprio, Eduardo Venturelli desmonta a instrução mais repetida e menos examinada do mercado — controle suas emoções — e mostra por que ela descreve uma operação que o ser humano não realiza. No lugar dela, entrega um método testado no consultório e adaptado para a mesa: escutar, nomear e regular.
O que você vai encontrar
- Os dois medos que se parecem por dentro e pedem condutas opostas — e a pergunta de quinze segundos que separa um do outro
- Os três motores escondidos atrás da palavra ganância: reparação, prova de valor e aversão à ausência
- A janela de minutos depois de uma perda em que nenhuma decisão presta — e por que a lucidez que aparece dentro dela é falsa
- O teto herdado: por que tanta gente opera bem até um número e sempre devolve a partir dali
- O intervalo de dois minutos que recupera o acesso ao seu próprio plano
- O diário de operação que revela a assinatura dos seus rompimentos em três semanas
Como o livro é construído
Seis pessoas atravessam a obra — o disciplinado que estoura, a que parou de puxar o gatilho, o cético, o teto, a que tinha vantagem e desperdiçava, e o que atravessou a fronteira. Nenhuma delas termina bem demais. São composições construídas a partir de padrões clínicos recorrentes, e isso está declarado na página de créditos.
Toda afirmação factual foi conferida contra a fonte primária, com as limitações de cada evidência declaradas no corpo do texto — inclusive quando a evidência é frágil e o autor poderia ter omitido.
Inclui a Parte III — A prática: calendário das primeiras quatro semanas, o diário pronto para imprimir, o cartão de mesa para colar ao lado do monitor e as doze perguntas da revisão trimestral.
Não há promessa de frieza. Não existe operador que não sente. O que existe é quem sabe o que está sentindo — e escolhe mesmo assim.
129 páginas · PDF · português · 2ª edição, revista e ampliada
Este livro tem finalidade educativa. Não constitui recomendação de investimento nem tratamento psicológico.
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